Empresa júnior de comunicação presta assessoria à #Tecnológica

Pauta: Felipe Camargo
Repórter: Douglas Rigamonte
Editora: Amanda Araújo

A Cacto Júnior Comunicação, empresa júnior de Comorg (Comunicação Organizacional) da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), prestou assessoria no planejamento da feira de cursos da universidade deste ano, intitulada #Tecnológica. O evento, organizado pela DIREC (Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias) junto ao DEPEX (Departamento de Extensão), foi realizado nesta terça-feira (17), das 8h30 às 21h, nas sedes Centro e Ecoville do Câmpus Curitiba, na UTFPR. A Cacto Jr., segundo os integrantes, forneceu apoio em todas as fases do planejamento, desde o pré ao pós evento, nas ações de comunicação.

De acordo com o professor Camilo Catto, orientador da EJ (Empresa Júnior) de Comorg, a #Tecnológica foi uma oportunidade para a Cacto Jr. mostrar seu potencial e assegurar a plena execução do evento, ainda com o pouco tempo de planejamento. “A Cacto assumiu uma grande responsabilidade com o evento. Ao mesmo tempo uma oportunidade para, com o pouco tempo que tem, mostrar o seu potencial. O maior desafio foi planejar e realizar um evento satisfatório.” afirma.

Segundo o presidente da empresa, Cristiano Sousa, aluno do 5° período de Comorg, a proposta da Cacto foi promover as vivências da comunidade universitária entre os alunos do ensino médio para além da mera divulgação dos cursos de graduação. “A DIREC vem apoiando nossa estratégia de trabalho, que tem gerado uma interação com os públicos de interesse superior às edições anteriores do evento”, afirma o estudante. Esta é a primeira EJ composta por discentes de Comorg a assessorar uma feira de cursos na universidade. Segundo Cristiano Sousa, a Cacto Jr. atua em atividades relacionadas a assessoria de imprensa; gerenciamento de redes sociais; ações promocionais; cobertura jornalística e fotográfica.

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Curitiba recebeu evento de cultura nerd

Pauta: Leonardo Batistão
Repórter: Deborah Deluchi
Editor: Rhuan Iasino

Nos dias 7 e 8 de outubro, ocorreu a 20ª edição do Shinobi Spirit, evento semestral que traz atrações e novidades dos “universos Nerd e Geek” para os cidadãos de Curitiba, na sede do Paraná Clube. O evento contou com a participação de personalidades nacionais e internacionais, incluindo youtubers, dubladores, humoristas e jogadores profissionais de jogos online. No sábado (7), o francês Hugo Padioleau, mais conhecido pelos fãs como Dioud, jogador profissional de League of Legends, foi uma das atrações.

O evento foi criado em 2009, por Karyna Lamy e Rogério Ramos, para atender a um público crescente que tem interesse nessa temática, que engloba animes, mangás, jogos, desenhos animados e cultura japonesa. Mais de 20 mil pessoas comparecem a cada edição do evento. “Jogo RPG, faço Matsuri Dance, curto anime, gosto de Cosplay, é um ambiente que eu gosto de participar”, conta um dos apresentadores do Shinobi Spirit, Leandro Suzuki. Leandro faz parte da equipe organizadora do evento e, com Michelle Roque, cuida das apresentações no palco principal em todas as edições, convidando os participantes a subirem ao palco, além de interagir com a plateia.  

Nas últimas edições, houve uma grande exposição da cultura coreana dentro das atividades do Shinobi, por conta da  popularização do K-pop (música pop coreana), que culminou a criação de um concurso de Dança K-pop. Gabriella Sella (22), há três anos participa dos concursos de dança e, em agosto deste ano, foi campeã na categoria solo do K-pop Spirit, outro evento realizado em Curitiba. Pela premiação, teve a oportunidade de se apresentar no Shinobi Spirit. A dançarina, além de participar individualmente, faz parte de um grupo chamado Pink Atlas, que também se apresentou.

Outro concurso que atraiu muitos participantes é o concurso de Cosplays, que acontece desde da primeira edição do evento. É o caso de Laura da Cunha Cardoso (17), que frequenta o evento desde 2013 e começou a participar do concurso quase na mesma época. Segundo Laura, ela adora participar de eventos que abordam a temática Geek e Otaku e o concurso é uma forma de se expressar e se identificar com os personagens. Outra participante do concurso foi Gabriela Christine Spinardi (21), que estava fazendo seu primeiro Cosplay oficial. De Guarapuava, a jovem, afirmou que “eventos assim são ótimos para se conhecer pessoas que fazem Cosplay, pegar dicas, e comprar produtos de coisas que gostamos”.

Estudantes da UTFPR apresentam trabalhos em Brasília

Reportagem: Sara Takatsuki

Pauta: Julia Duda

Edição: Jessica Guimarães

 

Alunos de Comorg (Comunicação Organizacional) da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) participaram da terceira edição da Semana Acadêmica de Comunicação Organizacional da Unb (Universidade de Brasília). O evento ocorreu entre os dias 9 e 13 de outubro, na FAC (Faculdade de Comunicação), e contou com diversos painéis, lançamentos de livros e mesas redondas. A presença dos alunos curitibanos em Brasília ocorreu devido à aproximação incentivada pelas duas universidades, já que o curso existe apenas nestas duas localidades no Brasil.

Dentre os alunos que compareceram ao evento, alguns realizaram a apresentação de trabalhos. Entre esses, Junior Lopes apresentou o artigo “Comunicação Gestão de Crise: um estudo de caso Catuaba”. O estudante afirma que a experiência foi muito importante para seu crescimento profissional e acadêmico. “Como quero seguir carreira acadêmica, pra mim é ideal essa interação com outras instituições de ensino, com outras linhas de pesquisas e com outros acadêmicos, para obter um amadurecimento acadêmico”, conta.

A estudante Allana Barzick, por sua vez, ressalta que a criação da relação entre as duas universidades é muito importante e destaca que foi uma oportunidade de unir estudantes de uma mesma área, mesmo que de diferentes estados. “Com esta viagem, pudemos compartilhar experiências profissionais e acadêmica, além de conhecer os alunos do curso de Brasília, as dependências e espaços físicos disponíveis na UnB e comparar com a nossa realidade em Curitiba. Essa troca aponta os pontos positivos e negativos de cada instituição, dando possibilidades de melhorias a cada uma delas”, afirma. Barzick comentou ainda que os alunos da UTFPR foram acolhidos com grande receptividade pela UnB e seus alunos.

 

Crianças da Vila Pantanal recebem doações de universitários

Pauta: Allyson Berger
Repórter: Vivian Vieira 


Na tarde do último sábado (14), uma festa em comemoração ao Dia das Crianças foi realizada na periferia de Curitiba, com a participação da AAADEC (Associação Acadêmica Atlética de Design e Comunicação) da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), em parceria com o CADUT (Centro Acadêmico de Design). Durante o mês de setembro, estas entidades reuniram voluntários e arrecadaram doces, refrigerantes e outros alimentos, além de brinquedos – novos e usados – para as crianças atendidas pelo Projeto Resgate, da Vila Pantanal, localizada no Alto Boqueirão.

Mais de 25 voluntários participaram da ação. Eles foram divididos em grupos e organizaram diversas atividades, como pintura de rosto, dança das cadeiras, cama elástica e diversas outras brincadeiras. Todos os brinquedos arrecadados foram entregues às crianças presentes. Para o atual presidente da AAADEC, Igor Pagliuso, é importante vivenciar uma realidade como esta. “É algo que está muito perto de nós, mas acabamos não percebendo o quanto essas crianças precisam de um amparo e de um momento de  descontração”, comenta.

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Segundo Pagliuso, é gratificante para a atlética estar a frente de um projeto relevante. “Poder proporcionar um dia de alegria, de muitos sorrisos e ainda entregar os presentes para essas crianças, faz de nós, seja como pessoa ou como Atlética, extremamente feliz e realizado”, complementa. Os universitários receberam os agradecimentos pela festa e pelas doações na página do Projeto Resgate no Facebook. “Obrigada ao grupo de voluntários por estar sempre unido em um só propósito e agradecer a você que diretamente ou indiretamente fez da festa Vila Pantanal ser perfeito”, publicaram os coordenadores. Para conhecer o projeto, acesse a página no Facebook .

Centro Acadêmico de Radiologia da UTFPR promove evento sobre câncer de mama

    Neste mês, na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), o Centro Acadêmico de Radiologia, junto com a professora Kátia Prus, e o Programa CIMCO (Comunidade Integrada na Multiplicação de Conhecimentos), promoveram o evento “Outubro Rosa e a Saúde da Mulher”, que abordou o câncer de mama e sua prevenção. A atividade contou com a participação de várias palestrantes, muitas delas compartilharam suas experiências pessoais com a doença.

     A organizadora do evento, Kátia Prus, formada em enfermagem e professora do curso de radiologia na universidade, relata que a ideia de promover o evento surgiu dentro da sala de aula ao conversar sobre o tema com suas monitoras. Elas entraram em contato com a AAMA (Associação Amigas da Mama) e também com o Centro Acadêmico de Radiologia, que segundo a professora, “abraçou a ideia”. O CIMCO é um programa institucional de saúde que existe em todas as sedes da UTFPR e tem entre seus objetivos promover, tanto para os alunos quanto para os colaboradores, debates e discussões sobre doenças e suas prevenções. Em cada mês, um tema é abordado pelo programa e, neste, o foco foi o câncer de mama. Kátia Prus afirma que apesar do tema tratar dos cuidados que toda mulher deve ter, a intenção do evento foi compartilhar conhecimentos também aos homens, que necessitam entender a gravidade da doença.

     Pricila Cordeiro Messias, formada em radiologia pela UTFPR, trabalha há nove anos com mamografia e afirma a importância de se desenvolver palestras e discussões para que não se tenha uma ideia muito superficial a respeito do tema. Segundo ela, antes das pessoas se informarem sobre o exame da mamografia, devem saber a importância dele ser realizado. “É uma doença que tem um bom prognóstico, se for detectada logo no ínicio”, declara.

     Laura Machado e Daniele Banzzatto, da AAMA, relataram sobre o apoio que a associação oferece não só às pessoas que sofrem com o câncer de mama, mas, principalmente, com os familiares e amigos próximos que também precisam aprender a lidar com a doença. Laura, que atua como psicóloga, afirmou que é realizado um trabalho de acolhimento para que a pessoa se sinta à vontade. “A maioria das mulheres precisa de um espaço para se sentir acolhida, porque na maior parte do tempo precisam se manter forte perante a família. Já atendi paciente que relatou que só precisava de um espaço pra chorar”, narra a psicóloga. Daniele, advogada de formação e agora voluntária dentro da associação, relata a importância de ajudar as pessoas a buscarem seus direitos quando passam por um momento difícil. Segundo ela, que já teve o câncer de mama, informações e instruções claras podem ajudar as mulheres a lidar com a doença.
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Pauta: Giulia Gaio

Redação: Alessandra Stahsefski

Edição: Juliane Fürbringer

Projeto de extensão da UTFPR oferece aulas de Dança de Salão gratuitas

Pauta: Kauhany Souza
Repórter: Rafaela Teixeira
Editora: Thaiane Lago

Desde a última quinta-feira (5), o grupo de dança Links oferece aulas gratuitas de dança de salão para as comunidades interna e externa da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná). Sob coordenação da professora Juliana Maria Greca, do NUCCOM (Núcleo de Cultura e Comunicação) do DEPEX (Departamento de Extensão) da universidade, as aulas serão às terças e quintas-feiras, das 19h às 20h30, ministradas pelo professor David Saboya, no LAPOC (Laboratório de Poéticas do Corpo), bloco V3.

Para Juliana Greca a dança não é somente entretenimento. “Quando falamos de arte, falamos de discutir comunicação, linguagem, sociedade, política, cultura, tecnologia entre tantos outros temas”, afirma. Segundo a coordenadora, a dança e a arte sensibilizam todos a perceberem o próprio corpo e aumentar as percepções. “De modo geral, percebemos quem somos, como somos, nossos registros físicos e emocionais, assim como percebemos o outro e suas manifestações”, explica. O professor David Saboya corrobora essa visão e afirma que a dança pode ser entendida sob diversas formas. Para ele, pode ser considerada uma terapia, um esporte ou até uma forma de socialização.

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Primeira aula gratuita ministrada pelo Grupo Links. (Foto: Juliana Greca)

Tanto David quanto Juliana acreditam que a universidade é um local de produção e troca de conhecimentos, e que o relacionamento entre as comunidades interna e externa é importante para o desenvolvimento de projetos que causem impacto positivo na sociedade. “A universidade não faz sentido se não for para produzir conhecimentos com o povo e para o povo”, afirma a coordenadora.

O grupo existe desde 2013 e foi criado para garantir uma unidade e identidade para as propostas de dança a serem desenvolvidas pela coordenadora na universidade, no início de sua carreira docente. O nome Links surgiu, de acordo com Juliana, para representar a conexão das três frentes de ação da universidade: ensino, pesquisa e extensão.

Professora da UTFPR lança livro sobre a fotografia e seus espaços

Pauta: Gabriela Paim
Reportagem: Nathaly Iara
Edição: Kaíssa Frade

A fotógrafa e professora da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) Anuschka Reichmann Lemos lançou, no mês passado, a obra “Da Fotografia, Seus Espaços [Articulações, Dinâmicas E Experiências]”, durante a semana literária do Sesc e feira do livro da UFPR. A publicação é resultado de sua tese de doutorado e têm como objetivo provocar discussões a respeito do elo entre o recorte material e visual de um espaço se contrapondo ao seu aspecto tridimensional. Para isso, a autora traz 19 artistas contemporâneos com fotografias documentais e autorais que abordam temas como: espaço e dinamicidade e assim, demonstram como tais quesitos estão presentes em diversos tipos de artes.

Com uma proposta mais teórica e metodológica de se olhar a imagem, o livro, em suas 217 páginas, instiga o leitor a debater sobre a vinculação das imagens fotográficas com o abstrato presente nos elementos modernos, tornando-se uma fonte de pesquisa para os interessados no tema. A autora, que é professora do curso de Comorg (Comunicação Organizacional) da UTFPR, procurou resgatar a construção de um campo visual e uma forma de apresentá-lo, tentando entender as questões espaciais, temporais e a relação com os sujeitos.

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Alunos do curso de Comorg da UTFPR prestigiam lançamento do livro da professora Anuschka Lemos (Foto: acervo pessoal).

Encantada desde a infância pela área visual, Lemos ressalta que “as diversas relações que a imagem simboliza, as questões sobre os indivíduos, o imaginário e os modos de estar no mundo, é o que me faz ser apaixonada por fotografia”. Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) atua na área da educação desde 1996 e como fotógrafa após ter trabalhado na área comercial, dedica-se a projetos autorais desde 2000. Os exemplares estão à venda na editora (APPRIS) e em algumas livrarias de Curitiba. Conheça mais o trabalho de Anuschka Lemos no site de seu atual projeto: www.km5.photos

Biblioteca Pública lança livro sobre pessoas com deficiência visual

Pauta: Laura Jucá
Reportagem: Caruline Rocha
Edição: Henrique Ximenes

Na semana passada (6/10), em um evento organizado pela BPP (Biblioteca Pública do Paraná), foi lançado o livro “Educação das pessoas com deficiência visual: uma forma de enxergar”. Com o auditório lotado, autor da obra Leomir Bill, que é cego, professor universitário e especialista em Educação de Pessoas com Deficiência Visual, contou um pouco de sua trajetória de vida. O autor também abordou os tabus e exclusões sociais que o inspiraram a escrever o livro.

Durante a apresentação, o público se emocionou com depoimentos de outros deficientes visuais que compartilharam suas histórias e experiências de superação. Essas pessoas tiveram suas vidas alteradas pela deficiência e contaram como aprenderam, com Bill, meios para se integrar novamente à sociedade.  Ao ser questionado sobre como a sociedade vê o deficiente visual,  Leomir Bill comentou que o sentimento de pena e a incapacidade, normalmente, são atrelados às pessoas cegas. “Mas a verdade é que as pessoas não entendem que apesar da deficiência, cegos são pessoas comuns que podem e devem fazer a maior parte das coisas do dia a dia”, afirma.

O projeto do livro iniciou-se em 2007, quando o autor ainda estava no magistério. “Eu caminhava pelas ruas, sozinho e as pessoas sempre me perguntavam como eu conseguia fazer as coisas do cotidiano sem ajuda. Sempre tive que ficar explicando essas coisas como se fosse algo sobre-humano. Um dia, durante um curso, estávamos tomando café e após todas as pessoas saírem, uma psicóloga que estava próxima da mesa e havia me ouvido falar me disse: dá para escrever um livro com tudo isso que você disse”, declarou Bill. Segundo ele, aquele comentário fez com que ele começasse a pensar sobre escrever o livro que explicasse como é ser um deficiente visual de fato. “Não era meu sonho escrever nem nunca tive tendência para ser escritor, mas a necessidade de um livro sobre o assunto era grande”, ressalta o escritor, que redigiu sua obra de modo alegre. “O livro não nasceu para servir como autoajuda ou pelo retorno financeiro. Comecei e terminei como uma música, porque não há tristeza em ser cego”, finalizou o professor.

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Lançamento do livro “Educação das pessoas com deficiência visual: uma forma de enxergar” (Imagem por: Nelson Inocêncio)

Prefeitura de Curitiba promove ações na campanha outubro rosa

Por Caruline Rocha, Henrique Ximenes e Laura Jucá 

Neste mês, a prefeitura de Curitiba deu início às atividades do “Outubro Rosa”, a campanha de conscientização de abrangência mundial que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, a cidade receberá uma programação especial, com a intenção de beneficiar o maior número de mulheres possíveis, com a conscientização sobre os riscos do câncer de mama e do colo de útero.

Segundo Angela Leite Mendes, Ginecologista e Obstetra da Rede Mãe Curitiba, “serão várias ações feitas durantes o todo o mês e o principal alvo é o grupo de rastreamento prioritário que são as mulheres de 50 a 69 anos de idade”.  A médica ainda salientou a preocupação da campanha com mulheres que estão nesse grupo de risco, porém nunca fizeram nenhum exame preventivo. Para ela, o “Outubro Rosa” é uma forma de alertar essas mulheres a buscarem as unidades de saúde para realizarem os exames preventivo. Segundo a prefeitura municipal de Curitiba, por meio de seu portal, são ofertados mais de oito mil exames de mamografia mensais nas unidades de saúde, sem fila de espera.

Além disso, a visibilidade do tema permite que a sociedade se informe sobre outros aspectos relvantes para a saúde da mulher, como a importância do estilo de vida para a prevenção. “Atividades físicas praticadas regularmente e uma alimentação saudável são medidas protetivas que devem ser levadas em consideração”, afirmou a ginecologista.

A programação oficial da cidade inclui palestras, rodas de conversa, caminhadas, distribuição de camisetas, ações informativas, entre outras atividades. Para dar maior visibilidade à campanha, o Jardim Botânico terá sua estufa iluminada de rosa durante as noites deste mês.  A programação completa, com a descrição das atividades e o calendário, pode ser acessada no portal da prefeitura, clicando aqui.

Cinema de Curitiba recebe festival universitário “Metrô”

Reportagem: Amanda Correia
Pauta: Maria Beatriz Azzi
Edição: Ketlyn Nicole

Na próxima quarta-feira (11), às 16h30, terá início o Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro, na Cinemateca de Curitiba. O evento tem como objetivo ocupar a lacuna deixada pelo PUTZ, antigo festival universitário de cinema e vídeo, realizado em Curitiba até 2010. Com cinco dias de duração, o novo festival terá, entre as suas atrações, a reprodução de filmes de até 30 minutos, produzidos por estudantes de nível superior ou de cursos livres de cinema de todo o país. Além de debates e oficinas sobre temas diversos, o festival promoverá a sessão Estação Retrospectiva, com a exibição de um filme do acervo da Cinemateca de Curitiba.

Segundo o site do evento, para estimular a participação de todo o país, os organizadores criaram a hospedagem solidária, para que estudantes das faculdades curitibanas  possam ofertar um espaço em suas residências para os estudantes provenientes de outras universidades que participarão do evento. O evento será realizado na Cinemateca de Curitiba, localizada na rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174, bairro São Francisco. As produções não possuem censura de faixa etária e terão entrada gratuita. Os ingressos podem ser retirados nas bilheterias da Cinemateca antes do início das sessões. Para obter mais informações, acesse https://metrouniversitario.wordpress.com/.