Projeto incentiva o contato de alunos da rede municipal com cientistas

Reportagem: Kauhany Oliveira
Pauta: Thaiane Lago
Edição: Rafaela Teixeira

A Prefeitura de Curitiba lançou, em setembro deste ano, o Projeto “Cientistas na Escola”, que visa melhorar a divulgação do trabalho dos cientistas nos ambientes educacionais, estimulando estudantes das redes municipais ao estudo, à experimentação e à descoberta científica. De acordo com a Secretária Municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila, em entrevista ao site da Prefeitura de Curitiba, as pessoas precisam saber o que os cientistas estão fazendo e quais são as grandes descobertas que estão sendo feitas. “Isso significa que é fundamental aproximar a sociedade, e também a escola, do conhecimento produzido nos laboratórios e centros de pesquisa, criando assim, uma cultura da ciência”, explicou ela.

Para Olga Meiri Chaim, professora da UFPR (Universidade Federal do Paraná), formada em farmácia bioquímica, mestre e doutora em Biologia Celular Molecular, além de fazer parte do dia-a-dia de todas as pessoas, o estudo das ciências também desenvolve o pensamento científico pelo método baseado em evidências. “É muito importante na formação de cidadãos pensantes e capazes de se informar continuamente de maneira crítica”, afirma a cientista.

Por esta razão, e por notar a falta de divulgação científica para incentivar o interesse das crianças pela área, ela aceitou participar do projeto quando foi convidada. “Eu fiquei bem impressionada com as atividades dadas pelas professoras do ensino fundamental (3º e 4º anos), pois mesmo em situações precárias, elas são, sem dúvida, muito empenhadas em desenvolver atividades que despertem o interesse científico”, relata Chaim.  Continuar lendo

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Primeira etapa do ENEM 2017 é realizada com diversas novidades

Por Laura Bedin e Jeane Amaral*

No último domingo (5), foi realizado em todo o país o primeiro dia de provas do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). No Paraná, mais de 287 mil candidatos realizaram a primeira etapa da avaliação. Linguagens, Ciências Humanas e Redação foram as disciplinas aplicadas aos candidatos, com duração de 5h30. A última etapa será realizada no próximo domingo, 12 de novembro, com as provas de Matemática e Ciências da Natureza.

Na edição de 2017, com mais de 6,7 milhões de inscrições, diversas mudanças foram estabelecidas. Até 2016, as provas eram aplicadas em um mesmo fim de semana e, neste ano, acontecem em dois domingos diferentes. Isso torna o processo igualitário para os sabatistas (aqueles que guardam o sábado por motivo religioso) – que chegavam a ficar 9h esperando para realizar a prova – e também menos exaustivo para os candidatos. Outras novidades são a possibilidade de usar o nome social e o atendimento especial oferecido aos deficientes auditivos, com a aplicação de vídeo provas traduzidas em libras.

Segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o ENEM não servirá mais como certificado de conclusão do ensino médio, função que volta a ser do Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos). Além disso, houve mudanças em relação aos cadernos dos candidatos, que agora vem identificados com o nome do aluno, como uma medida de segurança, ajudando a evitar fraudes.

Sobre as mudanças realizadas na edição de 2017 do ENEM, Maria Clara Cavazzani, estudante que realizou a prova pela segunda vez, destaca algumas melhorias em relação ao ano anterior. Para ela, a alocação dos candidatos foi mais adequada, visto que a divisão deixou de ser por ordem alfabética e passou a considerar o endereço dos candidatos, o que facilitou a mobilidade. Já sobre a separação das provas em dois domingos, Maria Clara ressalta que, embora isso torne o exame menos exaustivo, os candidatos tendem a ficar mais ansiosos, devido ao maior intervalo de tempo entre as avaliações.

O ENEM, prova elaborada pelo MEC (Ministério da Educação) anualmente desde 1998, avalia a qualidade do ensino médio no país, além de ser uma forma de ingressar nas universidades. São muitas as opções em que a nota obtida no ENEM pode auxiliar, como por exemplo os programas criados pelo MEC. Um deles é o SISU (Sistema de Seleção Unificada), pelo qual instituições públicas de educação superior destinam vagas a candidatos participantes do ENEM. Outro programa é o PROUNI (Programa Universidade para Todos), o qual concede bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de ensino superior. Já o FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) tem como objetivo financiar as mensalidades de cursos de graduação para estudantes que estejam regularmente matriculados em instituições privadas de educação superior.

* Estudantes de Comunicação Organizacional da UTFPR

Presença da mulher no Cinema é debatida em semana acadêmica na UFPR

Reportagem: Jessica Guimarães
Pauta: Sara Takatsuki
Edição: Julia Duda

Acontece nesta semana, do dia 6 a 10 de novembro, a Revés, Semana Acadêmica dos cursos de Design da UFPR (Universidade Federal do Paraná). O evento promove diversas discussões, palestras, workshops e atividades extracurriculares abertas para o público. Dentre esses eventos, realizou-se no dia 8 uma palestra que debateu a presença da mulher na área do Cinema.

A palestra foi ministrada por Marina Persegani (19), formada no curso de Processos Fotográficos e Produção de Áudio e Vídeo pelo IFPR (Instituto Federal do Paraná). A atividade abordou o machismo velado muito presente no mercado cinematográfico e criticou a desigualdade ainda existente, pois o espaço da mulher no cinema ainda é muito pequeno. “A diversidade de gênero atrás das lentes sofre um crescimento muito lento na última década, com pouca variação percentual de um ano para o outro”, apontou Marina. Ainda segundo Persegani, apenas 20% dos filmes nacionais são dirigidos por mulheres, refletindo a falta de representatividade, assédios e diferença salarial no meio.  Continuar lendo

Inscrições para curso gratuito pré-vestibular em Curitiba estão abertas

Reportagem: Jeane Amaral
Pauta: Luiza Queluz
Edição: Laura Bedin

As inscrições para o processo seletivo das turmas de 2018 do Cursinho Solidário poderão ser feitas até o dia 30 de novembro, pelo site do projeto (www.cursinhosolidario.org.br). O programa visa a ajudar alunos de baixa renda que cursaram o ensino médio em escolas públicas ou com bolsa de 100% em escolas particulares. Sem mensalidade, os alunos do Cursinho Solidário precisam pagar apenas pelo material didático. Ao todo, são ofertadas 410 vagas e a inscrição custa uma taxa no valor de R$ 50,00.

A seleção dos candidatos é feita em duas fases: prova, que será realizada no dia 17 de dezembro de 2017, e entrevista que acontecerá nos dias 17 e 20 de janeiro de 2018. A prova é de conhecimentos gerais, com questões do primeiro e do segundo ano do ensino médio. Já a segunda fase acontecerá nos dias 17 e 20 de janeiro de 2018 e consiste em uma entrevista socioeconômica com assistentes sociais, que irão analisar a renda de cada candidato – que não pode passar de um salário mínimo por integrante da família. A média alcançada na prova objetiva e na avaliação socioeconômica determinarão a classificação final. Os aprovados poderão ter aulas tanto na sede do Curso Positivo, no Batel, quanto no campus Curitiba da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), sede Centro.  Continuar lendo

Às vésperas do vestibular, alunos contam sobre preparo e inseguranças

Pauta: Juliane Fürbringer
Reportagem: Giulia Gaio
Edição: Alessandra Rosa Stahsefski

Neste final de semana (29), acontece em Curitiba a primeira fase do vestibular da UFPR (Universidade Federal do Paraná), que conta com 55.179 inscritos, de acordo com o NC (Núcleo de Concursos) da instituição. Na capital paranaense, a Unicuritiba foi a instituição que deu início aos vestibulares do segundo semestre, que acontecem durante todo o mês de outubro e finalizam junto com a segunda fase da UFPR, dia 26 de novembro.  Além dos vestibulares das instituições, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), será realizado nos dois primeiros domingos de novembro, dias 5 e 12 do próximo mês. Por isso, esta época do ano é marcada por muita pressão e ansiedade por parte dos estudantes, que muitas vezes acabam se prejudicando durante a preparação por causa do próprio nervosismo.

Beatriz Luciani de Almeida (17) está prestando vestibular pela primeira vez e se prepara para cursar medicina na UFPR. Além de fazer o terceiro ano no período da manhã no Colégio Bom Jesus, à noite, faz cursinho no Positivo. “A pressão acontece por estudar o ensino médio inteiro e não saber o que e como podem cair as matérias”, relatou. Além disso, afirmou que é muito ansiosa e que tem medo de não conseguir se manter calma durante a prova e, para isso, acaba estudando em média quatro horas por dia em casa.

Isabele Nizer

Isabela Nizer (17) presta vestibular pela primeira vez e pretende cursar o curso de Comunicação Organizacional da UTFPR

Porém, Beatriz não é a única que sofre com essa ansiedade. Isabela Nizer (17), também estudante do terceiro ano, descreve que o peso emocional atrapalha na preparação da prova. “Sempre tem gente que se mata de estudar o ano todo, e outros que não estão nem aí, e quando chega nessa parte parece que as aprovações se invertem. Quem estudou não passa e quem não se importou passa, isso é muito triste”, desabafou. Ela, que está prestando vestibular e pretende cursar Comorg (Comunicação Organizacional) na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), disse que estuda sete horas por dia e falou que o que a mantém firme é pensar que se não passar esse ano, ela poderá tentar outras vezes. “Existem coisas mais importantes na vida do que essa prova”, contou.

Já Rebeca Kubersky (16), estudante do Colégio Adventista Alto Boqueirão, disse que se pudesse mensurar, se sente apenas 60% preparada para uma prova de vestibular, e que isso lhe deixa muito preocupada. A estudante também contou sobre como aconteceu o processo de mudança de medicina para o curso de negócios do exterior. “Eu sempre quis muito ajudar as pessoas e, descobri que existem outros cursos que também podem ajudar as pessoas, indiretamente”, afirmou. Quando questionada sobre como lida com a pressão e com todo esse nervosismo de preparação pré-vestibular, sua resposta foi simples e direta. “Eu não lido muito bem não. No começo do ano eu não sabia como lidar, ficava trancada no meu quarto chorando e hoje, por estar realmente decidida sobre o que fazer, me sinto mais aliviada e meus pais me apoiam e não me cobram, o que ajuda muito”, relatou a vestibulanda.

Biblioteca Pública lança livro sobre pessoas com deficiência visual

Pauta: Laura Jucá
Reportagem: Caruline Rocha
Edição: Henrique Ximenes

Na semana passada (6/10), em um evento organizado pela BPP (Biblioteca Pública do Paraná), foi lançado o livro “Educação das pessoas com deficiência visual: uma forma de enxergar”. Com o auditório lotado, autor da obra Leomir Bill, que é cego, professor universitário e especialista em Educação de Pessoas com Deficiência Visual, contou um pouco de sua trajetória de vida. O autor também abordou os tabus e exclusões sociais que o inspiraram a escrever o livro.

Durante a apresentação, o público se emocionou com depoimentos de outros deficientes visuais que compartilharam suas histórias e experiências de superação. Essas pessoas tiveram suas vidas alteradas pela deficiência e contaram como aprenderam, com Bill, meios para se integrar novamente à sociedade.  Ao ser questionado sobre como a sociedade vê o deficiente visual,  Leomir Bill comentou que o sentimento de pena e a incapacidade, normalmente, são atrelados às pessoas cegas. “Mas a verdade é que as pessoas não entendem que apesar da deficiência, cegos são pessoas comuns que podem e devem fazer a maior parte das coisas do dia a dia”, afirma.

O projeto do livro iniciou-se em 2007. “Eu caminhava pelas ruas, sozinho e as pessoas sempre me perguntavam como eu conseguia fazer as coisas do cotidiano sem ajuda. Sempre tive que ficar explicando essas coisas como se fosse algo sobre-humano. Um dia, durante um curso, estávamos tomando café e após todas as pessoas saírem, uma psicóloga que estava próxima da mesa e havia me ouvido falar me disse: dá para escrever um livro com tudo isso que você disse”, declarou Bill. Segundo ele, aquele comentário fez com que ele começasse a pensar sobre escrever o livro que explicasse como é ser um deficiente visual de fato. “Não era meu sonho escrever nem nunca tive tendência para ser escritor, mas a necessidade de um livro sobre o assunto era grande”, ressalta o escritor, que redigiu sua obra de modo alegre. “O livro não nasceu para servir como autoajuda ou pelo retorno financeiro. Comecei e terminei como uma música, porque não há tristeza em ser cego”, finalizou o professor.

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Lançamento do livro “Educação das pessoas com deficiência visual: uma forma de enxergar” (Imagem por: Nelson Inocêncio)

Cursinho gratuito em Curitiba abre inscrições para os superintensivo

Por Pamella Victória

O Cursinho Solidário, atividade desempenhada pela ONG Formação Solidária, abriu as inscrições para o módulo superintensivo do curso preparatório para o vestibular, com 100 vagas disponíveis. As aulas ocorrem na sede Positivo (Av. Sete de Setembro, 4228 – Batel, Curitiba) e na sede UTFPR (Av. Sete de Setembro, 3165 – Rebouças, Curitiba). Esse módulo conta com cerca de quatro meses de aula com preparatório também para a segunda fase do vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Aos interessados, é preciso que realize cadastro no site (link do site) e inscrição até dia 16 de julho.

As atividades do cursinho ocorrem desde 2002, um projeto que começou com cerca de 40 alunos para mais de 300 atualmente. Esse crescimento se deu por parcerias realizadas nesses 15 anos do projeto, que ajudaram com material, infraestrutura e até professores voluntários, no caso da parceria com o Curso Positivo. No último ano, foram aprovados cerca de 240 alunos em vestibulares de universidades públicas e processos seletivos como o SISU (Sistema de seleção unificada) e PROUNI (Programa Universidade para Todos) que são programas do governo brasileiro de acesso ao ensino superior. Esse ano, a expectativa é manter ou aumentar esse número de aprovações, como comentou Elias Bonfim, coordenador e fundador do curso.  Continuar lendo

Estão abertas as inscrições para o 35° SEURS

Por Bianca Julia Rudiniki Costanski

A Pró-Reitora de Relações Empresariais e Comunitárias (PROREC), por meio da Diretoria de Extensão (DIREXT), torna pública a abertura do Processo de Seleção Interna de trabalhos para o 35º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul (SEURS). O formulário para a submissão das propostas, disponível no do site da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), na página do DIREXT, órgão responsável pela seleção dos trabalhos inscritos, deverá ser enviado até o dia 30 de julho, também na página de Extensão, nos formatos .doc/.docx ou .odt (ou não serão avaliados).

O SEURS é o principal evento de extensão da região sul do país e terá como temática a Internacionalização da Extensão. Este ano, ocorrerá entre 30 de outubro e 01 de novembro de 2017, no campus Jardim Universitário da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), em Foz do Iguaçu. Nesse seminário há trocas de novas ideias de como fazer extensão com o conhecimento produzido pela pesquisa nas universidades.  Continuar lendo

Ciclo de estudos na UFPR aborda protagonismo negro

Evento é espaço de formação e exposição de conhecimento com foco em protagonistas negros na área de tecnologia

Por César Cruz

Em junho, foi dado início ao segundo módulo do 1º Ciclo de Estudos Negros da Universidade Federal do Paraná (UFPR). No dia 03, foi abordado o tema “Tecnologia e Relações Raciais”, com a participação do professor Carlos Eduardo Dias Machado, mestre em História pela Universidade de São Paulo (USP). O palestrante, que também trabalha na rede pública municipal, falou sobre “Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente”. Organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) da UFPR, e pelos coletivos Frente Negra e  Alguém Te Perguntou? (ATP), o ciclo debateu sobre “Tecnologia e Trabalho” no último dia 17 e abordará “População Negra e Mercado de Trabalho” no dia 01 de julho, sábado, às 8h, no Auditório de Administração do Centro Politécnico da UFPR.

Em sua fala, o professor Carlos Machado mostrou resultados de um estudo aprofundado, que virou livro, sobre as genialidades da humanidade. A obra destaca criações e invenções feita por pessoas negras que buscaram representatividade na sociedade. O professor ainda destacou os estudos sobre essa representatividade negra na tecnologia, bem como nas demais ciências. Segundo ele, “a ciência africana foi oculta há mais de 500 anos na ideia de hierarquia na construção de raça, em que o homem branco e heterossexual está no topo e quem é mulher, ou de outra etnia, está abaixo”.  Nesta perspectiva, somente o branco produz tecnologia e inovação, outras populações não produzem nada.

Professor Carlos Machado UFPR

Prof. Carlos Machado, convidado para ministrar primeira palestra do ciclo em julho (Foto: Divulgação)

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UTFPR é destaque no Intercom Sul 2017

Alunos do curso de Comunicação Organizacional venceram 8 das 12 categorias que disputaram no Expocom, mostra competitiva de trabalhos experimentais

por Thiago Viana

Terminou na manhã de hoje (17), em Caxias do Sul (RS), a etapa regional Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), principal congresso acadêmico na área da comunicação. A etapa sul do evento começou no último dia 15 e reuniu, na Universidade Caxias do Sul, estudantes e professores de dezenas de intuições de ensino superior dos três estados da região sul do país.

Além de palestras, discussões temáticas e apresentações de trabalhos acadêmicos, o evento contou ainda com uma mostra competitiva de trabalhos experimentais desenvolvidos por alunos, individualmente ou em grupo, e orientados por professores, o Expocom. Neste ano, a delegação do curso de Comunicação Organizacional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) volta para Curitiba com pelo menos 8 prêmios da mostra. A UTFPR teve 12 trabalhos aceitos pela organização do evento e para a coordenadora do Bacharelado em Comunicação Organizacional da UTFPR, Elza Oliveira Filha, estes números atestam a qualidade do curso de comunicação da universidade. “Somos um curso novo, com um acúmulo de experiência ainda pequeno, e ter esta quantidade de trabalhos premiados consolida a proposta do curso e demonstra a qualidade da formação oferecida, além de nos colocar em posição de destaque no cenário das instituições de ensino da Região Sul”, comenta a coordenadora do curso. Continuar lendo