Leite de vaca é o mais novo veneno?

Thaís Cruz Jess

Desde pequeno se aprende que o leite faz bem para a saúde. Será que isso é verdade? No Brasil, segundo o site baldebranco.com.br, a produção em 2015 foi de aproximadamente 34 bilhões de litros, colocando o país em quarto lugar no ranking mundial de produção. A pesquisa, de acordo com dados do IBGE, estipula para 2026 uma produção de 37 bilhões de litros de leite para a população brasileira, que será de aproximadamente 219 milhões. Por meio desses números, nota-se o quão difundido é para os brasileiros o costume de incluir o leite na dieta através do produto puro ou de seus derivados.

O leite é fonte de nutrientes como cálcio, vitamina D, proteínas e aminoácidos. Segundo o site thaislamonica.com.br, não existe outro alimento que forneça tanto cálcio para o organismo humano quanto o leite. Entretanto, com o aumento da população e as evoluções tecnológicas provindas desse acontecimento, a qualidade da bebida não é a mesma de anos atrás. Assim, a necessidade de se produzir mais fez com que algumas técnicas de produção fossem desenvolvidas, as quais geram substâncias que acabam desencadeando diversos problemas de saúde, como o estímulo a doenças crônicas, doenças autoimunes, aumento de problemas de pele, entre outros.

São diversos os componentes desnecessários encontrados no leite de vaca, segundo o site https://saveourbones.com. Entre eles, estão os hormônios usados para aumentar a produção para atender a demanda da população, assim, esses animais consomem hormônios como o HGB (hormônio da gravidez), que estimula o processo. Além disso, também são encontrados antibióticos, agrotóxicos, pesticidas e outras toxinas, os quais são consumidos pelas vacas juntamente com a alimentação e eliminados através da produção de leite, visto que essa é uma forma do corpo de se livrar de elementos desnecessários e nocivos. Esse leite industrializado e seus derivados são consumidos por boa parte da população, muitas vezes sem a devida consciência, apenas por costume ou indução, colocando assim no organismo tais componentes que podem agir como um veneno.

No Brasil o número de intolerantes à lactose (açúcar presente no leite) aumentou, sendo estimado em até 40% da população, segundo a Rede Catarinense de notícias. Essa intolerância ocorre quando o organismo para de produzir ou produz uma quantidade muito pequena da enzima lactase, que realiza a quebra da lactose. Entretanto, será que o aumento desse número não está ligado à quantidade de toxinas presentes no leite?

A médica Locileny Gimenes afirma que a intolerância não está apenas relacionada com essa dificuldade de absorção da lactose, mas também com todas as reações e inflamações causadas pelos componentes maléficos presentes no produto. A médica exemplifica essa situação lançando um questionamento: por que antigamente todo mundo consumia leite de vaca e ninguém comentava nada sobre sensibilidade, intolerância ou alergia? A resposta para isso remete à ideia anterior que expõe que antigamente a alimentação das vacas não incluía nenhum tipo de agrotóxico, bem como que não era necessário o uso de hormônios.

Considerando todos os malefícios, a médica defende uma dieta sem leite e derivados, principalmente nos casos que apresentam algum tipo de sensibilidade ao produto, indicando assim a substituição desse por outras fontes que fornecem os mesmos nutrientes, como o leite de amêndoas. Além disso, por estudar a medicina oriental, cita o exemplo do Japão, em que faz parte da cultura uma dieta com baixo consumo do leite, que não é nem mesmo incluído no dia a dia das crianças após a amamentação. Ela fala que a qualidade de vida está diretamente ligada com a alimentação, que é a base para todo o resto, pois devemos resolver os problemas a partir das causas e não apenas mascarar os efeitos com medicamentos. Então não devemos recorrer a fontes como o leite que podem trazer tantos pontos negativos para o organismo humano.

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