Reiniciam propagandas eleitorais do segundo turno

Leonardo Sousa (*)

Neste sábado (15), os candidatos à prefeitura de Curitiba, Ney Leprevost (PSD) e Rafael Greca (PMN), reiniciaram suas campanhas no primeiro dia de propaganda eleitoral gratuito do segundo turno. Pouca coisa mudou nas mensagens dos candidatos.

 

Leprevost trouxe ao público o mesmo tema que permeou toda sua campanha do primeiro turno, a “novidade na política”. Com forte apelo emocional, mostrou as cenas do dia 29 de abril de 2015, quando os professores que se manifestavam na Praça Nossa Senhora do Salete, em Curitiba, foram duramente reprimidos pela Polícia Militar, episódio que ficou conhecido como “Massacre de 29 de abril”. A propaganda apresentou também, sua primeira professora, chamada Rose, proferindo que Leprevost irá ser um “prefeito mais humano”. O candidato deu grande destaque à pesquisa do Instituto Opinião em que aparece liderando com 37,82% das intenções de voto no segundo turno contra 34,20% de Greca.

Já o candidato do PMN reiniciou a campanha com o mesmo discurso de experiência na política que usou no primeiro turno. Porém, agora conta com algumas novidades: o apoio de Maria Victoria (PP), que ficou na quarta colocação da eleição a prefeitura, e João Dória (PSDB), vencedor da eleição da prefeitura de São Paulo, no 1º turno, com mais de 53% dos votos.

Greca atacou Leprevost, usando o atual prefeito Gustavo Fruet (PDT), que nem sequer conseguiu passar para a disputa do segundo turno da eleição, como exemplo. “Curitiba fez um teste, colocou um bom deputado, inexperiente como gestor, na prefeitura. Não deu certo. Agora outro deputado, inexperiente quer ser prefeito”.

Os dois candidatos têm bom relacionamento com o governo de Beto Richa (PSDB), apesar do apoio dele ao candidato do PMN (muitas vezes escondido pelo candidato, muito pela má reputação de Richa em relação a educação).

Fruet (PDT), opositor dos dois já informou que não irá apoiar ninguém, afirmando que “por uma questão de responsabilidade, seria incoerente apoiar planos de governo que não cabem no orçamento de Curitiba e tão pouco estão adequados ao momento da economia nacional” comentou, em nota.

Candidatos no primeiro turno, Requião Filho (PMDB), Ademar Pereira (PROS), e Xênia Mello (PSOL) não manifestaram se irão apoiar alguém no segundo turno, que ocorrera no dia 30 de outubro.

(*) Estudante de Comunicação Organizacional na UTFPR

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