Um tiro no pé: o que não fazer para ganhar uma eleição

TEXTO DE OPINIÃO

Jessica Maranho (*)

Esta semana li o livro cujo título era “A cabeça do Brasileiro”, escrito pelo cientista político Alberto Carlos Almeida, com foco na situação atual do âmbito político brasileiro e como a população lida com isto. Confesso que este título me chamou atenção, bem como seu conteúdo,  que me fez refletir sobre o sobre o atual cenário da política aqui em Curitiba.

Estamos na época das eleições e gostaria de, primeiramente, refletir sobre o candidato Rafael Greca (PMN),  que está em foco na mídia por ter dito que já “vomitou ao sentir cheiro de pobre” na sabatina que ocorreu na PUC-PR na quinta (22). Clique aqui pra rever esta sabatina: http://migre.me/v73zN

Adentrando na campanha deste candidato, ele sempre foi mostrado interagindo com imenso carisma com todos, inclusive pessoas de classe mais baixas. As pesquisas, até o momento desta frase ser dita, eram favoráveis e apontavam a possibilidade de Greca ganhar a eleição já no primeiro turno. Porém, após a situação citada acima a porcentagem diminuiu, afinal quem vota em um político que diz isso em plena campanha? É dever de todo candidato apelar para as minorias, a fim de que o resultado de sua campanha seja o esperado: a vitória!

Outro episódio político que muito se assemelha a um dos tópicos abordados no livro – cada um cuida do que é seu e o Estado cuida do que é de todos – foi a ação de panfletagem da candidata a vereadora Rose da Reciclagem, pelo Partido Verde (PV), que sujou a vizinhança do Umbará com seus santinhos, espalhando vários deles pelos terrenos dos outros, inclusive no terreno da minha própria casa.

santinho              Bagunça da candidata Foto: Jessica Maranho

Após postar minha indignação em minha página de rede social, a candidata respondeu por meio de mensagem inbox, primeiramente pedindo desculpas e, em um segundo momento, acabou se retratando de forma indevida a um amigo meu que comentou na postagem. Aqui fica outro exemplo que um candidato não deve seguir.

Estes comportamentos influenciam muito em como “a cabeça dos brasileiros” veem os políticos, por isso acredito que se estes candidatos não tivessem cometido essas gafes em suas campanhas teriam mais votos.

(*) Estudante de Comunicação Organizacional da UTFPR

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