Wi-Fi da UTFPR facilita a vida acadêmica ou deixa a desejar?

Aluísio de Paula, Priscila Schmitk, Rafaella Zoppo (*)

O uso da internet é cada vez mais indispensável na área acadêmica. Alunos, professores e funcionários estão sempre conectados a algum dispositivo, seja para pesquisa, apresentação de trabalhos ou para manter contato na Universidade. A rede oferece muitas plataformas de ensino que melhoram o rendimento e qualidade das aulas, além de facilidades como permitir acesso a arquivos, textos e livros que estejam fora de alcance físico.
Para alunos entrevistados pela AG Comunique, o acesso de internet na UTFPR apreenta uma série de problemas. Esta é a opinião do estudante de Engenharia Elétrica Hiago Rocha, que faz uso do serviço wi-fi da UTFPR todos os dias e pelo menos duas vezes por semana tem problemas na conexão. Ele afirma também o sinal fica ainda pior nas salas localizadas nas extremidades dos corredores.
A acadêmica Camile Vasconcellos, de Engenharia Mecânica, diz ter deixado de fazer trabalhos por conta da má conexão do wi-fi na universidade e que a situação se agrava em locais extremos como o terceiro andar do Bloco E.
O estudante de administração Lucas Alves ainda completou que nota que pela manhã, próximo às 9 horas, o sinal é ainda pior.
Para a professora Maurini Souza, do curso de Comunicação, o sinal é terrível. Ela conta já ter perdido a chamada que fez em sala direto pelo sistema online porque a conexão caiu. Segundo ela, é difícil conseguir sinal nas salas de aula.
Da mesma forma, o professor Camilo Catto afirma ter desistido do sistema online para fazer a chamada, visto que demora muito para carregar e perde sinal com frequência.
Ambos reclamaram que a qualidade da internet interfere de maneira negativa no rendimento das aulas. Tanto os alunos que participaram das entrevistas, quanto os professores sugeriram a ampliação do sinal, bem como a instalação de mais pontos pelo campus.
O responsável pelo gerenciamento do wi-fi na universidade, o analista de T.I. da DIRGTI (Diretoria de Gestão de Tecnologia de Informação), Thiago Alexandre, afirma que o grande problema é a inferência de outras redes.
“Nosso sistema entra em concorrência com inúmeros pontos de acesso que estão pela universidade, podem ser dispositivos de alunos ou outros pontos de acesso que os próprios departamentos utilizam. Tudo isso prejudica a rede. O ideal seria que os departamentos desligassem esses aparelhos e deixassem somente a rede sem fio institucional”.
Para ampliação do sinal, ele diz que é necessária a instalação de mais pontos de acesso em locais onde há dificuldade de recebimento do sinal.
(*) Alunos do comum-UTFPR.

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